Clínica de Recuperação

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ALCOOLISMO – 7 maneiras infalíveis para combater o vício

O mecanismo que leva uma pessoa ao alcoolismo ainda não é suficiente claro para os médicos. Em algumas pessoas, o consumo de álcool não leva ao vício, enquanto que, em outras, depois de poucos contatos com bebidas alcoólicas, cria-se uma dependência, impedindo a pessoa de controlar sua própria vontade e fazendo com que precise da bebida quase todos os dias.

O tratamento do alcoolismo deve ser acompanhado por profissionais de saúde, que possam conduzir o dependente a reduzir e eliminar o consumo de bebidas de forma progressiva. Para que se comece o tratamento, contudo, é necessário que o dependente reconheça essa situação, conscientizando-se de que o alcoolismo se tornou uma doença que precisa ser curada.

Para controlar os impulsos de abandonar a bebida, o alcoólatra precisa de uma boa dose de vontade e determinação, pensando apenas em seu objetivo e não desistindo nunca. No caso de recaída, poderá ser levado a abandonar a tentativa de recuperação e a desistência pode tornar ainda mais difícil a retomada do tratamento.

Depois de dar o primeiro passo para se livrar do alcoolismo, o indivíduo deve conversar com familiares e amigos, sem preconceitos, assumindo sua dependência e a necessidade de se livrar do vício. Essa é uma situação que vai trazer apenas benefícios, já que os amigos e os familiares, normalmente, são as pessoas que mais se importam com o sucesso de um tratamento.

Para se livrar do alcoolismo, o dependente de álcool precisa do apoio de pessoas próximas, já que vai precisar de ajuda em muitos momentos e nada melhor do que a família para oferecer o apoio.

Evidentemente existem diversos níveis para o alcoolismo e uma pessoa não precisa chegar ao cúmulo para buscar um tratamento. Existem alguns níveis em que o tratamento pode ser mais doloroso, com sérias crises de abstinência, trazendo sérios problemas para o indivíduo que precisa se curar.

Contudo, diante dos avanços da medicina, com a implementação de comunidades para o tratamento, com acompanhamento psicológico adequado, o dependente de álcool pode se livrar mais facilmente do alcoolismo e recuperar os benefícios da sobriedade.

Manter-se longe do vício do álcool oferece mais saúde, menos possibilidades de doenças, redução dos problemas no fígado e uma vida social mais integrada, ou seja, o paciente devidamente tratado pode ocupar o seu lugar novamente na vida e na sociedade.

Para diferentes níveis de alcoolismo, existem diversas formas de tratamento. Neste artigo, vamos tratar das formas mais simples, quando a própria pessoa se conscientiza de sua necessidade de deixar o álcool:

1. Converse com um médico para deixar o alcoolismo

Ao querer deixar o alcoolismo, a pessoa deve ter em mente que a abstinência é um período bastante difícil para ser percorrido sozinho. Portanto, o ideal é procurar um médico e aconselhar-se para evitar sintomas como ataques de pânico, ansiedade grave, batimentos cardíacos irregulares ou tremores. Esses sintomas podem evoluir para casos de delirium tremens, que pode ser realmente grave se não for tratado.

Para escapar do alcoolismo é preciso ter consciência de que não é um processo individual. O alcoólatra está carregando um grande peso e deve ter noção de que as pessoas mais próximas querem ajuda-lo. De forma geral, no entanto, torna-se mais fácil com a ajuda de um médico.

Para tratar o alcoolismo, normalmente os médicos indicam alguns medicamentos, aplicados para reduzir a ansiedade e controlar o pânico. São medicamentos seguros e não apresentam reações graves, mesmo em caso de overdose.

2. Mudança de atitude com relação ao alcoolismo

O dependente de álcool deve também mudar sua atitude com relação ao alcoolismo, lembrando que não está sendo forçado a desistir de algo que possa lhe fazer bem. Pelo contrário, deve pensar que está se livrando de um potencial inimigo. Esse ângulo de visão poderá tornar mais fácil abandonar o vício, uma vez que, certamente, ele irá sentir necessidade ainda por muito tempo.

3. Defina uma data para abandonar o alcoolismo

O dependente alcoólico deve escolher uma data definitiva para deixar o alcoolismo. Se estiver num estágio mais avançado, deve começar a beber menos, reduzindo aos poucos, para não ter maiores problemas com os sintomas de abstinência. Caso tenha alguma dúvida sobre isso, deve conversar com um médico, que poderá ajudar no planejamento para deixar de beber definitivamente.

4. Elimine todas as bebidas de sua residência

Para abandonar de vez o alcoolismo, o dependente deve se livrar de toda e qualquer bebida alcoólica em sua própria casa, sem se preocupar que seja necessário oferecer uma cerveja ou um vinho aos convidados. Se está querendo abandonar o álcool, pode oferecer aos amigos refrigerantes ou outras bebidas não alcoólicas, mesmo tendo de se colocar como um dependente em recuperação.

5. Prestando atenção às próprias emoções

O abandono do alcoolismo não é nada fácil. É um processo bastante complicado. O dependente deve prestar atenção em todas as suas emoções e, se for necessário, dar vazão a elas, sem qualquer medo ou receio, ou seja, se sentir vontade de chorar, deve chorar.

6. Evitar locais de consumo de bebidas

Enquanto não sentir a confiança necessária para deixar de vez o alcoolismo, o dependente em tratamento deve evitar situações que lhe deixem com vontade de beber. Não frequentar os bares que costumava frequentar, deixar de lado pessoas com quem costumava beber e não frequentar ambientes que sejam mais tentadores é a melhor coisa a fazer.

Além disso, é bom evitar qualquer coisa se não se sentir preparado para não beber. Por exemplo, se costuma viajar em férias para locais onde costumava beber, evite a viagem. Se um jantar significa receber convite para um drinque, não vá ao jantar. Proteger a própria sobriedade é o mais importante durante a recuperação

7. Não é necessário explicar a decisão aos outros

A decisão de abandonar o alcoolismo é do próprio dependente e não interessa a pessoas alheias. Assim, não é preciso explicar sempre sua decisão. É preciso entender que a maior parte das pessoas não é alcoólatra, bebendo por puro prazer e na quantidade adequada, é importante buscar uma Clínica de Recuperação para Dependentes em Álcool.

Para um dependente, contudo, a situação é diferente: o alcoolismo é uma doença que precisa ser tratada e levada a sério. O alcoolismo não é como a maconha medicinal, que pode ser usada para tratar doenças, é uma doença que não tem cura.

Clique aqui para saber como funciona o tratamento para alcoolismo.

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A recaída faz parte do processo de restauração do dependente

A recaída faz parte do processo de restauração do dependente.

A recaída faz parte do processo de recuperação de um dependente químico. Essa constatação me faz lembrar a história do filho pródigo. Na Bíblia essa história é uma das que mais me fascinam. Fico a imaginar aquele pai generoso e vigilante, com o olhar fixo na estrada, num misto de ansiedade e esperança para reencontrar o filho perdido.

De longe o pai vê o filho e corre para abraçá-lo. No seu dedo coloca um anel que significa o seguinte: esse garoto tem dono, ele é meu, é responsabilidade minha, intransferível, ele é meu e nada me fará desistir dele! Estou disposto a quebrar qualquer agenda para deixá-lo de pé novamente.

Isso se passa na Bíblia porque na prática não são muitos os pais que estão dispostos a investir e a resistir na busca pela cura dos seus filhos. Há pais que tratam com diferença visível, mas de forma velada, os filhos menos inteligentes e sem dotes físicos, e o infeliz que enveredou pelo caminho da drogadição que é duramente discriminando. Fato como esses até parece invenção, tipo brincadeira grosseira, mas existe aos montes e geralmente essa garotada fica anos a fio frequentando consultório psiquiátrico, quando a cura de todos os seus males seria o peito, o afeto, a atenção e a disponibilidade do pai para ouvi-lo.

A recaída faz parte do processo de restauração do dependente e dificilmente deixará de acontecer, principalmente quando a dependência é pelo crack. As recaídas acontecerão quantas vezes forem necessárias para ser aprendida. Sem esse recurso usado pela psicologia a recaída deixa de ser terapêutica.

A maior dificuldade da recaída do dependente não está nele próprio, e sim, na resposta sempre violenta e inadequada por parte dos pais, familiares e até de amigos, que pensam em juntar cacos humanos com críticas, pressão e, em alguns casos, até com ameaças, ao invés de reforçar a resistência que se exauriu e a impotência que tomou conta do combalido recuperando.

A minha postura nesse caso é nunca desistir até que a restauração aconteça. Um adicto precisa de um tempo para se adaptar à presença de pessoas estranhas ao seu mundo. São várias as mudanças a serem enfrentadas no processo de recuperação: o espaço físico onde está sendo realizado o tratamento; os novos comportamentos que deverá adotar nesse novo espaço, como a aceitação e incorporação da imprescindível disciplina. Por isso, é comum que ele se sinta invadido, confuso e passível a oscilar entre permanecer no tratamento ou dar uma pausa. Este tipo de incidente de percurso é como uma tragédia anunciada e pode ocorrer apesar de todo apoio recebido, mas o recuperando sempre retornara se tiver sido cativado e essa é a importância do amor despendida pela família, pelos amigos e pelos profissionais que o acompanham.

Diante dessa realidade e pela experiência que tenho em recuperação de dependentes e daqueles já envolvidos com a criminalidade, a melhor opção para cativá-los é se disponibilizar e fazê-lo sentir que ele poderá retornar e que será bem-vindo para finalizar seu programa de restauração a qualquer momento. Não há como restaurar um dependente químico com prazo determinado ignorando as diversidades dos efeitos colaterais provocados pelas drogas que ele usa não apenas no seu físico e na sua mente, mas é necessário considerar a mistura de sentimentos que ele precisa enfrentar e que são únicos e próprios de cada pessoa.

Quase todos os monitores que faziam parte da minha equipe multidisciplinar eram ex-dependentes, por essa razão têm outra leitura sobre esse incidente de percurso. Compromissados com a restauração, em virtude da experiência que viveram, precisamente nesse momento esse tipo de profissional também se torna a pessoa que tem mais autoridade junto ao recuperando para persuadi-lo a dar continuidade ao tratamento.

Com muita habilidade, uma equipe compromissada, tem condições não apenas de reverter a crise que levou o dependente à recaída, mas minimizar o sofrimento moral e psicoemocional causado por ela, além de usar toda a dor do retrocesso para aprender e reforçar os sentimentos e o pensamento em favor da vida.

O crack por si só já é excludente, pois transforma a pessoa mais dócil em alguém extremamente arredio e sem autocontrole. Esses fatos somados à compulsão pela “pedra” que é aterrorizante e intermitente fazem com que o dependente do crack seja mais propenso a recaídas que os usuários de outras drogas. Contudo, isso não quer dizer que os demais tipos de dependência não envolvam recaídas. Os operadores do mundo da drogadição sabem que a recaída faz parte do percurso de restauração de qualquer dependente de substâncias psicoativas e precisa ser administrada de forma a nunca humilhá-lo, sem deixar que o paciente pense que o problema é com ele, que ele é fraco, e ao invés disso fazê-lo rever o percurso que ele fez até a recaída, o que o ajudara a descobrir onde houve a falha e como reforçá-la para evitar novas recaídas.

Nunca desistir é a recomendação aos pais. Na luta do dia a dia e utilizando as técnicas de motivação com persistência, o recuperando sentirá que não está sozinho e assim ele não perderá a esperança, pois sentirá que todos ao seu lado confiam que ele poderá reverter esse quadro. De fato, o recuperando precisa se sentir amparado e nunca censurado.

Pais combatentes e equipe vocacionada nunca desistirão e serão gratificadas com a melhor láurea: ver seu querido, seu paciente pronto para lutar o novo round da vida. A recuperação de fato acontece: é difícil, mas é possível, para aqueles que decidem pagar o preço.

Somente diante de tantas nuances e de tantos detalhes que envolvem o tratamento de um dependente químico, e aos quais muitas vezes não estamos atentos, principalmente quando não conhecemos de perto esse processo de recuperação e resgate de vidas, é que podemos avaliar os programas de recuperação de dependentes desenvolvidos pelo poder público, a exemplo do Cartão Recomeço, lançado pelo Governo de São Paulo em maio deste ano. Levando em consideração o fato de que a reação e os sentimentos variam de acordo com cada dependente químico (já que esses sentimentos são originados pelo tipo e pelo tempo de uso de determinada droga) como criar um programa com perfil de público e tempo de atendimento pré-definidos?

Para quem conhece de perto o duro caminho percorrido para se alcançar a recuperação sabe que tais exigências são incompatíveis com a realidade e que muito dificilmente o programa conseguirá resultados exitosos. Sem falar em outras limitações que também podem ser alvo de críticas no programa Cartão Recomeço por tornarem a iniciativa passível de fracassar. É importante buscar por uma Clínicas de Reabilitação para Dependentes Químicos em SP conceituada, que atenda todos os requisitos.

O que mais intriga no programa Cartão Recomeço é que ele não deixa nítida a continuidade no tratamento, que corresponde as diversas fases importantes para que o dependente se autodiscipline e alcance o controle sobre suas emoções, sentimentos e pensamentos, incluindo a forma como o dependente lidará com suas recaídas e o que aprenderá com cada uma delas, afinal, com certeza cair e se reerguer faz parte do processo que o conduzirá à liberdade e a uma vida mais digna.

Veja também como funciona o nosso tratamento para dependentes químicos em álcool e outros tipos de drogas.

Font: https://conceicaocinti.jusbrasil.com.br/artigos/121943387/a-recaida-faz-parte-do-processo-de-restauracao-do-dependente

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Cinco passos para evitar que seu filho caia nas drogas

Cinco passos para evitar que seu filho caia nas drogas

Cinco passos para evitar que seu filho caia nas drogas. A dependência das drogas é uma situação que pode e deve ser prevenida pela família. Neste, como em muitos outros campos da educação, se deve trabalhar de maneira preventiva, desde a primeira infância, e não apenas quando o problema já tiver se tornado de difícil solução. Naturalmente, cada faixa etária apresenta um nível de complexidade distinto. O importante é que, ao chegar à adolescência, se tenha realizado todo um trabalho que permita ao adolescente resistir às situações de risco que podem surgir.

Sugerimos algumas ações que os pais podem tomar desde cedo para manter os filhos longe do consumo de drogas. Saiba como Como Ajudar um Dependente Químico na Família que está sofrendo no mundo das drogas.
Conhecer os filhos

Cada filho é diferente, portanto, os pais devem conhecer suas particularidades para poder estabelecer de modo eficaz o caminho específico na formação de cada um, mesmo levando em conta que é preciso manter as regras e condições gerais que regem toda a família.

Trabalhar a autoestima

Conhecendo bem os filhos, os pais devem potencializar seus pontos fortes e trabalhar com eles a superação das dificuldades, principalmente emocionais. A sadia autoestima forma uma espécie de blindagem diante dos ataques e rótulos que os filhos venham a enfrentar e os ajuda a defender as próprias convicções. A autoestima também tem papel fundamental na aceitação do jovem pelo grupo, tão importante na adolescência.

Reforçar a vontade e o autocontrole

Nem todos temos predisposição para a dependência química, mas é importante ter claro que isso pode ocorrer na sua família. Nessa hipótese, o exercício da vontade e do autocontrole adquirem peso importantíssimo. A vontade gera a força interior necessária para lutar contra uma situação inconveniente. Já o autocontrole regula os impulsos e nos permite evitar correr  riscos desnecessários.

Comunicação e confiança

É um binômio inseparável para a relação entre pais e filhos. Uma coisa leva à outra. Uma relação que se constrói com confiança abre as portas para o diálogo. Por sua vez, a comunicação está vinculada à escuta a ativa por parte dos pais, atitude que faz com que os filhos se sintam valorizados e saibam que a família é um ótimo ambiente para resolver suas dúvidas sobre drogas ou qualquer outro tema.

Dar o alerta

Com o caminho do diálogo aberto, os pais podem exercer com maior facilidade o dever de explicar aos filhos os danos físicos, emocionais e psíquicos causados pelo consumo de drogas. É importante que os pais vejam as informações transmitidas pela escola, internet e outros meios apenas como complementos e assumam para si a responsabilidade principal de fazer o alerta.

 

Com informações do site LaFamilia.info.

Conheça também algumas de nossas unidades especializadas no tratamento para dependente químico.

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Como ajudar um dependente químico na família que não quer ajuda

Como ajudar um dependente químico na família que não quer ajuda

Como ajudar um dependente químico na família que não quer ajuda é um pouco complexo. Uma das principais características do dependente químico é a dificuldade de assumir seu vício e entender que este problema é uma doença que precisa ser tratada. Em alguns casos, a pessoa até tem consciência de que seus hábitos e comportamentos são prejudiciais, mas este indivíduo geralmente acredita que é plenamente capaz de simplesmente parar com o vício quando quiser.

Dicas para ajudar um dependente químico

O primeiro passo para ajudar um dependente químico na família é oferecer apoio e ajuda emocional, fazendo com que ele se conscientize sobre seu vício. Além disso, vale a pena se atentar às dicas a seguir:

Utilize palavras de incentivo

Por mais difícil que seja, é importante controlar o desapontamento e o nervosismo ao lidar com um familiar que é usuário de drogas. Sempre prefira palavras e atitudes de incentivo em vez de brigas. Controle seu comportamento e eduque a si mesmo para que a convivência não seja ainda mais desgastante.

Estabeleça limites

Um dependente químico perde parâmetros de convívio, e a rotina familiar pode acabar se tornando muito complicada. Saber o momento de se afastar ao perceber que a pessoa está sob os efeitos das drogas é uma boa escolha para manter seu próprio equilíbrio e mostrar para o familiar que seus atos sempre terão consequências.

Converse

Invista em abordagens que deixem claro que, caso o dependente queira se tratar, sempre haverá ajuda disponível.

Procure ajuda profissional

Procurar ajuda especializada e grupos de apoio é fundamental para buscar conselhos e encontrar maneiras inteligentes de lidar com o problema.

Demonstre confiança

Sentir confiança na família é muito importante para lutar contra o vício. Não julgar os comportamentos do dependente químico trará uma motivação maior para enfrentar o problema.

O que não fazer com um familiar dependente químico

  • Não encubra seus erros;
  • Não impeça que ele pague pelas consequências dos seus atos;
  • Não faça coisas que ele pode fazer por si próprio;
  • Não ajude financeiramente.

Como a Inteligência Emocional pode ajudar no tratamento de vícios

Pessoas que não trabalham suas emoções e não desenvolvem a Inteligência Emocional são levadas por impulsos e não conseguem perceber como aspectos como raiva, solidão, ansiedade e carência criam formas inconscientes de extravasar — e as drogas cumprem o papel de suprir necessidades emocionais.

Entender e aprender a lidar com as próprias emoções é fundamental para enfrentar o problema com a dependência química.

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