Clínica de Recuperação

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DICAS: Como lidar com familiar usuário de drogas?

Realmente é desafiador lidar com um familiar dependente de drogas. Há um exemplo bem conhecido na mídia brasileira sobre esta batalha. Walter Casagrande, comentarista de futebol, em sua luta contra as drogas nos últimos anos, ficou 13 meses internado em uma clínica de reabilitação. Ele abriu o coração e fez relatos do vício em cocaína e heroína, além da revelação de ter atuado dopado em quatro jogos na Itália. A autobiografia ‘Casagrande e Seus Demônios’ (Globo Livros) foi escrita em parceria com Gilvan Ribeiro, editor de esportes do jornal Diário de S. Paulo. A experiência do comentarista esportivo, estimula uma séria reflexão sobre o drama dos viciados em drogas e o sofrimento dos familiares. Abaixo algumas dicas importantes:

I. Dicas para pessoas que têm familiares que usam drogas:

1. Você nunca vai conseguir fazer com que o seu familiar pare de usar drogas se ele não quiser mudar. A decisão é dele e ninguém consegue mudar outra pessoa se ela não está disposta a ser ajudada. Muitos familiares de pessoas adictas a alguma substância pensam que estão ajudando quando escondem bebidas alcoólicas (no caso de familiares alcoólatras), quando jogam fora drogas, mas isto só faz com que a pessoa dependente da substância fique mais nervosa ainda (e talvez violenta) e adquira mais drogas novamente (gastando mais dinheiro). Entender que você é impotente para mudá-lo sem que ele queira é fundamental.

2. Permita que o usuário sofra as consequências do uso da droga, sem ficar “abafando” estas consequências – isto acelera o processo de decisão dele com relação ao tratamento.

3. Não permita que colegas e nem a própria pessoa utilizem a casa como ponto de drogas. Caso contrário, afirme que terá que denunciá-lo e realmente faça isto.

4. Não resolva os problemas que ele cria por causa das drogas: dívidas, cobrir cheques sem fundo, resolver brigas com outras pessoas, pois tudo isto a pessoa que tem a dependência tem que viver até mesmo para que ela caia na real do que está acontecendo com ela. Quando os familiares encobrem demais comportamentos ruins de um adicto, isto só faz demorar mais ainda para que o usuário resolva se tratar. Então, deixe que ele enfrente e encare as consequências ruins de seu comportamento, sem pena. Isto não é ser mau, isto é se proteger, não se prejudicar por causa de comportamentos errados de outras pessoas e até mesmo ajudar a outra pessoa a perceber o estrago que está causando não somente na própria vida, mas na vida de outras pessoas.

5. Não compare seu familiar com outra pessoa “modelo” porque isto aumenta a irritabilidade dele.

6. Procure desaprovar comportamentos destrutivos sem atribuí-los às drogas. Em vez de falar algo como, “Você fica irritado assim por causa das drogas!”, prefira colocar o lado negativo do comportamento dele, “Quando você fica irritado assim é ruim para você e para a gente.” Mencionar as drogas pode dificultar o processo de ele ouvir você, porque estará sempre com “um pé atrás” se você vai criticá-lo por usar drogas ou não.

7. Envolva algum outro parente para ajudá-lo a fim de que não fique pesado para um só familiar. A família dele também deve envolver-se nessa tentativa de ajuda. Conte para alguém em quem você pode confiar, na família dele (se eles ainda não sabem) e peça que esta pessoa converse com ele dando apoio à recuperação dele.

8. Você deve estabelecer limites para o seu familiar.

O psiquiatra Cesar Vasconcellos de Souza fala o seguinte com relação a isto:

“Para tudo há um limite. Podemos tolerar algo desagradável por muito tempo, mesmo anos, mas há um momento em que precisamos dizer: “Basta!”, e mudar nossa atitude, até para nossa própria sobrevivência física, emocional e espiritual. Mesmo Jesus viveu momentos em que colocou limites firmes para o mal, quando, por exemplo, Se dirigiu a Pedro o qual estava naquele momento opresso (Mateus 16:23).”

Todos os familiares que possuem algum membro de sua família usuário de alguma substância, deve estabelecer limites. Quais seriam estes limites? Se o fato de seu familiar usar a droga está prejudicando o seu lar, estabeleça limites firmes, sem medo. Cada familiar, dependendo do grau de prejuízo que um familiar usuário de drogas ou de álcool esteja trazendo à família, deverá escolher estes limites, que podem ser:

a) Comunicar ao parente adicto que da próxima vez que o fato acontecer, não mais ajudará a cobrar dívidas, e a aliviar o “peso” das consequências e realmente fazer isto quando o próximo incidente acontecer (porque se você não fizer, não vai adiantar nada);

b) Informar que, caso os mesmos episódios continuem a acontecer você terá que tomar providências como: chamar a polícia ou chamar uma ambulância (quando a pessoa fica agressiva e quer bater) em vez de ficar ajudando, socorrendo, se protegendo sozinha;

c) Dependendo do caso, se está acontecendo abusos e agressões físicas ou muitas vendas de tudo em casa para a compra das drogas, avisar para o parente que infelizmente ele terá que se separar de você e que só voltará quando ele decidir se tratar, quando já estiver em tratamento (porque alguns vão uma só vez, só para ter a família de volta, e depois tudo volta à mesma coisa horrível) ou poderá ficar caso decida se tratar. Caso contrário, a separação será necessária por questões de proteção sua e dos bens que vocês possuem.

Procure, você, um grupo de ajuda mútua chamado Nar-Anon, que é para familiares de pessoas que usam drogas. Neste grupo, outras pessoas que passam pela experiência que você passa se encontram e dão e recebem apoio e orientações com relação à forma de lidar com esta situação.

10. Oriente seu parente a buscar ajuda no NA (Narcóticos Anônimos). Lá ele encontrará pessoas que estão em tratamento e em abstinência química que fortalecem uns aos outros a permanecerem “limpos”.

11. É difícil levar o viciado a aceitar que ele precisa de ajuda. Normalmente eles negam isto, negam a dependência. Por isso, em vez de criticá-lo com palavras duras, dando um “sermão”, procure dar evidências claras dos comportamentos errados dele que são causados por causa da dependência dele. Por exemplo, se ele chegar a um ponto de perder os sentidos e desmaiar no chão da sala, deixe-o ali em vez de levá-lo para a cama, para que ele, quando acordar, veja o que aconteceu com ele. Se ele quebrar alguma coisa em casa, mostre para ele e diga: “você se lembra que você fez isto?”, com um “tom” de fazê-lo perceber e não de condenar. Você o ama, mas você não ama o que ele faz. E ele tem que saber disso. Seja amável, mas firme.

12. Ofereça ao seu parente tratamento. Procure um psiquiatra em sua cidade que trate de dependentes químicos, e ofereça ao seu parente a sua companhia para que ele vá a uma consulta. Ele pode se manter na negação, tipo: “não preciso disso” ou “psiquiatra é coisa de louco” ou “eu não estou viciado”, ou ele pode aceitar. Se ele aceitar, vá com ele na consulta. Esta é uma possibilidade de dar apoio. Se ele não aceitar, continue impondo limites com amor, mas sendo firme: não permita que ele utilize dinheiro da família para comprar as drogas, principalmente seu dinheiro; não permita que ele use drogas na frente de seus filhos (caso tenha), não permita que ele leve amigos drogados para dentro de casa, e outros comportamentos inadmissíveis.

13. Lembre-se de que você pode ajudá-lo, mas não é responsável pela cura dele. Esta responsabilidade é dele!

Dicas para a pessoa adicta em drogas:

1. Procure uma ajuda de um psiquiatra e um psicólogo, de preferência, que seja cristão, para que outras filosofias que não são bíblicas não interfiram no tratamento. A causa do uso de drogas e outros vícios normalmente é uma ansiedade ou uma angústia muito grande que a pessoa tem e que não consegue resolver. Assim, usa a droga a fim de tentar ficar bem, apesar da dor emocional não resolvida. Ou, realmente pode ter se envolvido socialmente com a droga por conta de aceitação social e não consegue sair. Por conta das causas, é importante que você tenha uma ajuda profissional a fim de tentar resolver estas causas, para que a ansiedade diminua e, assim, você consiga administrar a sua vontade de usar a droga.

2. Por enquanto, o quanto você puder se manter afastado dos amigos que estão envolvidos constantemente nisto, melhor. Evite a tentação. Só conseguimos evitar a tentação nos afastando dela. E enquanto você estiver em contato com seus amigos que usam drogas também, mais difícil será você ter autocontrole para não cair novamente no uso. Portanto, afaste-se deles. Se você corre risco de vida ao se afastar deles e ao parar de usar a droga (se eles ameaçam você), será importante que você conte isto para seus pais ou para as pessoas que cuidam de você, a fim de receber o apoio para uma possível internação em uma clínica de desintoxicação para, além da desintoxicação, estar relativamente mais protegido fora da cidade.

3. Não sei se você conhece também o grupo de ajuda mútua, N.A., Narcóticos Anônimos, que também tem servido de grande ajuda para usuários de drogas. Normalmente há grupos de NA ou AA (Alcoólicos Anônimos) em quase todas as cidades. Seria muito importante você procurar a ajuda deles, porque ali há pessoas que já passaram por isto e permanecem “limpos”, e que dão os testemunhos sobre isto e apóiam outras pessoas que ainda não conseguiram.

4. Pense em quais são as suas ansiedades e angústias que o levam a procurar uma “válvula de escape”, no caso, a cocaína, como forma de “fugir” desta angústia. “Algumas pessoas, não só as hiperativas, têm dificuldade de parar para pensar. Por quê? O que ocorre quando uma pessoa pensa, analisa sua vida, seu comportamento, seus relacionamentos afetivos com familiares, colegas de trabalho, etc.? Pode descobrir coisas agradáveis e desagradáveis. Pode doer. Pode dar vontade de chorar. Pode perceber que ainda há coisas mal resolvidas dentro de si. Feridas abertas. Então, para alguns, é melhor não pensar. Mas pensar, neste contexto, em muitos casos é tudo o que a pessoa necessitaria para poder lembrar do que dói, extravasar sua dor, e, só então, ser liberta dela.”

5. Procure fazer algumas coisas para diminuir a sua ansiedade que normalmente pode ser amenizada temporariamente com o uso da droga. Portanto, tirando a droga, vai ser necessário que você diminua esta ansiedade de outra forma. A terapia ajuda, os exercícios físicos diários se possível, também ajudam, e manter-se ocupado em atividades diárias também.

Lembre-se que podemos nos sentir fracos diante de muitas tentações e pecados. Muitas vezes podemos nem sentir vontade de parar com ele. Mas só de termos a vontade RACIONAL de evitarmos o pecado, podemos entregar esta vontade a Deus e pedir que Ele complete a força que nós não temos! Salvar é a especialidade de Jesus! E nos salvar de qualquer situação! Creia nisto e faça a sua parte!

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Como lidar com marido dependente químico?

Lidar com um marido dependente químico é a realidade de muitas mulheres atualmente.  Sabemos que isso não é uma tarefa fácil, especialmente quando não se tem o amparo necessário.

Por isso muitas vezes a maior indicação é a ajuda profissional, pois o dependente químico pode ter todo o cuidado necessário, contando principalmente com pessoas que o ajudem a todo momento.

Confira algumas dicas para saber como lidar com um marido dependente dentro de casa:

Evite fazer comparações

Alguns familiares costumam comparar o dependente com outra pessoa, o que faz com que ele assuma um comportamento agressivo. A comparação não irá ajudar no processo. Ela irá apenas causar danos, por isso evite agir assim.

Conversar é importante

Quando um dependente tem o seu vício descoberto pela família, ele é muito criticado e muitas vezes punido por isso. Ter essas atitudes farão com que ele fique ainda mais revoltado, o que dificulta o processo de recuperação. Converse e ofereça ajuda.

Não aceite a violência

Infelizmente é comum que um marido dependente seja violento. Por isso a maioria das mulheres sofre tanto com essa situação. Por mais que você ame a pessoa, não aceite ser vítima de violência.

Tenha uma conversa séria com o dependente assim que ele estiver sóbrio. Explique que, se prestar queixa, ele poderá ser preso e que isso não ajudará em sua recuperação.  Aconselhe-o a buscar atendimento especializado em locais como a Liberdade Vida Prime.

Não faça acordos

É comum encontrar os familiares acobertando o vício e oferecendo acordos (“apenas use uma vez por dia”, por exemplo). Isso é um grande erro. Pessoas com dependência não conseguem se controlar. Se não forem tratadas, continuarão a alimentar seu vício cada vez mais.

Por mais que você ame seu marido, a procura de um profissional ou de uma clínica especializada em tratamentos para dependentes químicos é essencial para o processo de reabilitação dele.

Não deixe de conferir os serviços oferecidos pela Liberdade Vida Prime, que tanto auxilia as mulheres em sua luta pela reconstrução de sua família para que todos voltem a ser felizes novamente e livres do vício.

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Entenda por que o Álcool é a pior das Drogas Lícitas

A droga do álcool é vendido em cada esquina, em cada restaurante. Até os padres na missa mergulham a hóstia, que representa o corpo de Jesus Cristo, numa suntuosa taça de vinho. A história do desenvolvimento da humanidade está bastante associada a estados alterados de percepção. Não que isso seja necessariamente ruim. Faz parte da vida. Afinal, tudo com limite dá certo e é sobre isso que vamos falar neste texto. E a pior das drogas lícitas é o álcool. Tudo com limite não faz mal, mas passou do limite cai no abismo e fica tudo vazio.

Álcool é droga e vicia. Não digo isso somente porque meu pai Luiz Antônio morreu de cirrose. Digo isso porque milhares de jovens com 13, 14 anos de idade abusam da bebida nas baladas, em reuniões na casa dos amigos. O álcool é terrível pois é socialmente aceito. Caso você tenha alguma dúvida, deixe sua opinião no final que responderemos assim que possível.

O Álcool é a Porta de Entrada para Drogas Pesadas

A aceitação social do álcool mascara seus efeitos nocivos à sociedade. As opções quentes, como vodka, wisky, conhaque e cachaça são mais nocivas do que cerveja e chopp. Não quero aqui dizer que beber é coisa do demônio e tal. Trata-se um texto que alerta para os perigos ocultos no consumo de bebida alcoólica. Ocultos no sentido energético, que todos sentem as energias, como o calor e o frio, mas não vêem, pois são fluidos.

Quando dizemos perigos ocultos isso é literal. A influência do mundo espiritual sobre os seres humanos é tão antiga quanto a história da humanidade. Afinal, sabe-se que estes seres, invisíveis aos olhos humanos, exercem poderosa influência sobre os seres materiais. Todos os seres materiais, sejam eles animais, vegetais e minerais, tem poderosa contrapartida energética. Tudo tem sua força de atração, positiva e negativa.

Quando os mais jovens andam com más companhias, que influenciam-nos beber e usar drogas, é o caso clássico da influência negativa desta energias ocultas elétrica e magnética. Com isso vem os excessos. As mulheres costumam fazer sexo de forma inconsciente, ficam mais suscetíveis às investidas masculinas e vulneráveis às doenças sexualmente transmissíveis e acabam por ter filhos sem planejamento.

Entre os jovens do sexo masculino, o excessos com drogas lícitas, como o álcool, resultam em discussões sem motivo. Ficam valentes, brigões e dirigem seus carros cometendo acidentes fatais que, quando não morrem, fazem vítima terceiros inocentes. Os males invisíveis são ocasionados pelas influências dos chamados espíritos, espíritos materialistas. Estes seres alimentam-se dos cheiros, dos chamados fluidos que sentimos, mas não vemos. Os perfumes, o calor, o frio, os pensamentos, a imaginação, tudo é fluido.

O Álcool tem seu Dono Espiritual

Os seres invisíveis tem grande influência sobre os seres materiais. Eles acompanham todos os seres, existindo acompanhantes bons e ruins. E o que detona a pessoa em todos os sentidos são as influências negativas destes seres, os chamados habitantes do vácuo. Quando uma pessoa tem vício em álcool, o alcoolismo, é um caso simples de influência dos fenômenos elétricos e magnéticos.

E de que forma o ser humano pode lidar com estes seres que ele sequer enxerga? Na verdade, somente com uma energia superior a estas duas energias deformadas, a energia elétrica e magnética. Uma pessoa viciada em drogas lícitas, como o álcool, não vai ficar curada se não resolver a causa. E a causa é energética. Sempre.

Diversas famílias, assim como no meu caso quando perdi meu pai em 1998, não tem condições de lidar com estes seres invisíveis obsessores. Há quem ache que as religiões, seitas e doutrinas podem ajudar. Mas na verdade, são apenas paliativos que amenizam os efeitos, mas não resolvem a causa dos vícios, que é energética.

Para que os jovens, e adultos, livrem-se das influências negativas das más companhias invisíveis, somente se ligando à energia superior a tudo e a todos, que tem poderes para livrar o ser humano, definitivamente, dos vícios em álcool e outras drogas lícitas.

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8 Principais doenças provocadas pelo álcool

Quando existe um consumo excessivo de álcool, o corpo reage com algumas consequências imediatas pouco graves como perda da coordenação para andar, falha de memória ou fala lentificada, por exemplo.

Porém, o consumo prolongado deste tipo de bebidas alcoólicas pode afetar praticamente todos os órgãos do organismo de forma mais grave, provocando desde gastrite e pancreatite, até cirrose hepática, infertilidade e, até, câncer.

As doenças mais comuns causadas pelo álcool são:

1. Gastrite

Uma das doença mais comuns provocada pelo álcool é a gastrite, uma inflamação da parede do estômago que causa sintomas como perda de apetite, azia, náuseas e vômitos.

Como tratar:  evitar completamente o consumo de álcool e fazer uma alimentação adequada orientada pelo nutricionista. Saiba mais em: Tratamento para gastrite.

2. Hepatite ou cirrose hepática

O consumo excessivo de álcool pode provocar inflamação do figado, conhecida como hepatite, que causa sinais como olhos e pele amarelados e abdômen inchado. Quando ocorrem episódios de hepatite repetidos, pode ocorrer cirrose hepática, que acontece quando as células do fígado são destruídas, deixando o figado de funcionar e levando à morte do paciente.

Como tratar: é feito com o abandono do consumo de álcool e uso de remédios prescritos pelo médico.

3. Impotência ou infertilidade

O excesso de álcool pode levar à lesão dos nervos do organismo, podendo provocar impotência no homem. Já, na mulher o período menstrual pode se tornar irregular, podendo provocar infertilidade.

Como tratar: deve-se evitar o consumo de álcool e consultar um médico especialista em infertilidade que irá orientar para consultas especificas. Conheça ainda os riscos do uso de álcool durante a gestação: Álcool na gravidez.

4. Infarto e trombose

O consumo de bebidas alcoólicas em excesso durante um longo período de tempo pode provocar doenças cardiovasculares como infarto ou trombose. Geralmente, estas doenças ocorrem devido a elevadas taxas de colesterol e triglicerídeos, onde há excesso de gordura acumulada nas artérias e que impede a circulação normal do sangue.

Como tratar: o médico deve receitar o uso de remédios para o coração e para baixar as taxas de colesterol e triglicerídeos, como Sinvastatina. Além disso, é também importante realizar uma alimentação com baixo teor em gorduras.

5. Câncer

O consumo de álcool sempre foi um fator de risco para o câncer, porém novos estudos estão confirmando a ligação direta entre o consumo de bebidas alcoólicas e o surgimento de até 7 tipos de câncer, que incluem a faringe, laringe, esôfago, fígado, cólon, reto e mama.

Como tratar: caso surja, o câncer deve ser tratado por um oncologista, que avalia todos os fatores pessoais e tipo de câncer decidindo a melhor forma de tratamento, que inclui quimioterapia, radioterapia ou cirurgia, por exemplo.

6. Pelagra

O consumo de bebidas alcoólicas de forma repetida e em quantidades elevadas pode provocar pelagra, uma doença conhecida como pelagra que é causada por falta de vitamina B3 (niacina) e que provoca pele acastanhada em diferentes partes do corpo, como face e mãos, e que geralmente provoca coceira frequente e diarreia constante.

Como tratar: é recomendo consultar um dermatologista e um nutricionista para começar suplementação vitamínica adequada. Veja como enriquecer sua alimentação em: Alimentos ricos em vitamina B3.

7. Demência

Quando o individuo consome bebidas alcoólicas em excesso, pode surgir demência, que se caracteriza pela perda de memória, dificuldade em falar e em mover-se. Geralmente, estes são os casos mais graves e o alcoólatra acaba ficando dependente para comer, vestir-se e tomar banho.

Como tratar: é necessário que o paciente seja acompanhado por um psiquiatra, que poderá prescrever remédios para atrasar a demência como Memantina.

8. Anorexia Alcoólica

Quando as bebidas alcoólicas passam a ser ingeridas no lugar de alimentos para evitar a ingestão de calorias e emagrecer, isso pode ser o primeiro indicio de Anorexia Alcoólica. Este é um disturbio alimentar, que facilmente pode levar ao surgimento da anorexia da bulimia, com a diferença de que nesse caso as bebidas alcoólicas são usadas para diminuir a fome.

Como tratar: é recomendado realizar terapia para acabar com a dependência nas bebidas alcoólicas e para melhorar o comportamento em relação à alimentação e à aceitação do corpo. O tratamento deve ser feito com um psiquiatra que ajuda a tratar o distúrbio e com um nutricionista que ajuda a retomar a alimentação e trata as carências nutricionais.

O consumo de bebidas alcoólicas não é aconselhado em pacientes com doenças como fígado gordo, pedra na vesícula ou síndrome do intestino irritável, por exemplo, porém, nenhum indivíduo deve consumir bebidas com álcool regularmente porque as consequências acabam por surgir e prejudicar a saúde.

Assim, embora seja difícil, os familiares e a própria pessoa que ingere frequentemente álcool, devem ser capaz de identificar os sinais que indicam que a bebida é um problema e procurar ajuda de uma instituição de apoio a alcoólatras para iniciar o tratamento e evitar estes problemas.

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18 Passos para ajudar um dependente químico

Você já quis ajudar um dependente químico, mas não sabia como? Há muitos equívocos sobre como ajudar uma pessoa viciada em drogas. Para ajudar um dependente químico, é preciso entender que a dependência é bastante complexa. A luta dessa pessoa contra o vício certamente será árdua, mas a sua ajuda e apoio vão contribuir positivamente. 

APOIANDO

1) Seja o melhor amigo que você puder ser. Algumas amizades são breves e outras duram uma vida toda. Ajudar um amigo a vencer uma luta como a dependência química é uma maneira de fortalecer uma amizade. Com a evolução do relacionamento, você tende a se preocupar mais com a pessoa. Durante uma crise, você naturalmente quer ajudá-la.

  • Esteja presente quando ela precisar de você e ouça o que ela tem a dizer. Existem razões para que ela abuse das drogas. Escutá-las pode permitir que ela expresse pensamentos e sentimentos que podem ajudá-lo a entender a causa do vício.
  • Seja respeitoso, leal e confiável. Expressar seus sentimentos é uma coisa corajosa de se fazer, mas que pode ser arriscado também. Você pode reconhecer isso dizendo: “Eu sei que isso pode ser difícil para você e estou honrado por você compartilhar essas informações comigo. Eu o respeito por fazê-lo e estou aqui se quiser conversar”.
  • Ajudar uma pessoa com dependência química pode demorar e ser a coisa mais difícil que você fará em sua vida, mas será a mais gratificante.

2) Mostre empatia. Ser ouvido e compreendido são componentes essenciais para o crescimento pessoal. A experiência emocional de lidar com uma dependência química vai forçar uma pessoa a crescer, o que pode ser doloroso. Você pode ajudar a aliviar a dor dela escutando-a ativamente.

  • Coloque-se no lugar da pessoa. Aprenda a ser compassivo e compreensível em vez de julgá-la. Pode ser difícil de entender, mas você pode sempre tentar.
  • Trate a pessoa como você gostaria de ser tratado. Você provavelmente já experimentou lutas em sua vida e sabe o que foi útil e o que não foi.

3) Comunique sua preocupação. É difícil ver alguém sofrer ou fazer más decisões que impactam negativamente sua vida. Em algum momento, você terá que dizer à pessoa que está preocupado com o bem-estar dela. Ela pode ou não querer ouvir o que você tem a dizer. Isso é bom, pois você estará sendo você mesmo e demonstrando que se importa.

  • Peça permissão para se envolver. Se uma pessoa estiver no auge do vício, ela pode não perceber que precisa de ajuda, mas pode estar aberta a isso. Você pode dizer coisas como: “Parece que você está tendo problemas com as drogas. Eu estou aqui com você se quiser ajuda. Tudo bem para você?”.
  • Não tenha medo de fazer as perguntas difíceis. Confrontar assuntos difíceis que possam pôr em risco um relacionamento é um desafio. Você vai precisar fazer perguntas diretas e honestas como “Você acha que está dependente desta droga?” e “Eu sei que pode ser difícil falar sobre isso, mas você está disposto a acabar com sua saúde e seus relacionamentos por causa de um problema assim?”.

ENTENDENDO A DEPENDÊNCIA QUÍMICA

4) Observe o comportamento. Conheça os sinais e sintomas da dependência química. Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que um indivíduo está abusando do uso de drogas. As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de dependência química, incluindo o alcoolismo, dependência de medicamentos e substâncias derivadas do ópio.

  • Sinais de dependência por substâncias derivadas do ópio: marcas de agulha podem ser evidente nos braços de alguém que está abusando dessas substâncias. No entanto, muitos viciados conseguem esconder tais marcas injetando as drogas em áreas mais discretas, como entre os dedos do pé. Uma pessoa viciada em ópio também pode parecer ter uma sede ou suar mais do que o comum e apresentar pequenos pontinhos em suas pupilas.
  • Sinais de alcoolismo: odor frequente de álcool, comportamento irritável, fala arrastada, olhos extraordinariamente brilhantes e dificuldade em expressar pensamentos e ideias de uma maneira lógica. Os dependentes de álcool muitas vezes tentam esconder a evidência física do vício, como garrafas vazias e latas.
  • Sinais de dependência por medicamentos: os indivíduos que sofrem dessa doença podem apresentar sinais de intoxicação, comportamento atrapalhado, fala arrastada e olhos caídos.

5) Mantenha o controle das datas e horários dos conflitos e outras ocasiões quando as drogas forem um problema. Se houver algum problema recorrente, você provavelmente estará lidando com um padrão em desenvolvimento. É difícil prever se este vai aumentar e agravar o problema. Por isso, esteja preparado.

  • Talvez a pessoa consuma quantidades excessivas de uma substância e desmaie constantemente em festas. Será que ela já foi parada pela polícia por dirigir bêbada ou cometeu algum ato de vandalismo? Será que ela já se envolveu em uma briga por estar sobre influência de alguma substância?

6) Identificar as drogas que a pessoa usa. É comum dependentes químicos usarem mais do que uma droga. Esta pode ser um coisa óbvia ou difícil de determinar. Se uma pessoa usa drogas escondidas, você pode somente ver os sinais e sintomas do abuso. Em caso de dúvida, você sempre pode perguntar. Os abusos de drogas incluem, mas não estão limitados a: anfetaminas, esteroides anabolizantes, drogas sintéticas, cocaína, heroína, inalantes, maconha e drogas de prescrição.

  • Diferentes medicamentos podem afetar uma pessoa em diferentes maneiras.
  • Podem haver múltiplas drogas no sistema de uma pessoa, por isso pode ser difícil identificá-las.
  • Em caso de uma overdose ou emergência médica, você pode ser o responsável que deve informar ao pessoal médico qual droga ou drogas foram consumidas para que o tratamento adequado possa ser realizado.

7) Determine o nível de dependência da pessoa. O objetivo é não esperar até que o comportamento da pessoa perca o controle a ponto de que os relacionamentos e situações não possam ser reparados. O ideal seria a pessoa procurar ajuda para combater seu vício antes que ocorram consequências como perda de emprego, abuso e negligência dos entes queridos e problemas financeiros.

  • Pergunte: “O que você tem feito para tentar parar de usar drogas? Por que você acha que não foi bem-sucedido?”
  • A pessoa se demonstra motivada a mudar mas tem dificuldades em fazê-lo? A droga controla a vida dela?
  • Se for um amigo de faculdade ou da sua família, informe os familiares dele para que saibam quando as coisas ficaram fora de controle. Não enfrente o problema sozinho.

ENTRANDO EM AÇÃO

8) Tenha certeza de que a pessoa quer a sua ajuda. Os direitos humanos básicos permitem que uma pessoa peça e aceite ajuda. Esses mesmos direitos permitem que uma pessoa negue ajuda, mesmo se ela precisar. Isso cria um atrito entre todos os envolvidos; e quanto mais a situação piora, mais desesperado você pode se sentir.

  • Qual o seu nível de envolvimento no processo? Se estiver lendo este artigo agora, você provavelmente está interessado em fazer a diferença na vida de alguém.
  • Muitas pessoas não querem se envolver em ajudar dependentes químicos. Por isso, parabéns por não ser um deles.

9) Discuta e estabeleça limites. Limites saudáveis precisam ser discutidos com foco no que é mais útil para o dependente químico, sem permitir que a situação piore. Comportamentos que permitam que um dependente químico perca a razão incluem, mas não se limitam a: ignorar um comportamento indesejável; emprestar dinheiro para pessoa comprar drogas sem precisar roubar; sacrificar suas necessidades e desejos para ajudá-la consistentemente; expressar suas próprias emoções com dificuldade; mentir para cobrir a pessoa; continuar ajudando a pessoa contra a vontade dela.

  • Diga ao dependente químico que você vai ajudar e apoiar seus esforços para controlar o vício, mas que não vai se envolver em qualquer ação que promova a utilização de qualquer droga.

10) Convença a pessoa a obter ajuda. Existem vários sinais de que ela precisa de ajuda. Chegou a hora de você mostrar a ela a realidades da situação. Às vezes, é preciso forçar uma pessoa a considerar as consequências de não conseguir ajuda. Se for o caso, faça isso com compaixão.

  • Se você sabe que ele precisa de ajuda mas não a aceita, chame a polícia para chocá-la e fazê-la perceber que ela precisa ser ajudada. Ela não precisa saber que foi você.
  • Diga o seguinte: “A cadeia é um lugar horrível, perigoso e nojento onde ninguém se importa com você. Ninguém quer ir para lá. Você vai perder a cabeça se for preso e pode nunca mais se recuperar”.
  • Mostre a ela estatísticas e vídeos sobre overdoses de drogas e mortes no trânsito causadas por pessoas que dirigem embriagadas.
  • Não jogue drogas no vaso sanitário, pois ela vai poluir o sistema de esgoto com substâncias perigosas que podem contaminar locais que armazenam alimentos.

11) Esconda as chaves do carro da pessoa para que ela não possa dirigir. Dirigir com uma pessoa que estiver carregando alguma substância ilegal pode causar problemas a todos os presentes no carro (incluindo a prisão). Este é um exemplo perfeito de um caso no qual a dependência química de uma pessoa afeta a vida de outras.

12) Faça uma intervenção. A ajuda vem de muitas formas; algumas vezes, ela deve ser forçada. É uma decisão difícil de tomar, mas que é necessária quando o vício está fora de controle (estado em que coloca a vida da pessoa em questão em risco). Embora uma intervenção provavelmente vá ser muito complicada para a pessoa dependente, a intenção não é colocá-la na defensiva. Os participantes da atividade devem ser cuidadosamente escolhidos. Os entes queridos da pessoa podem descrever como a dependência química os afeta.

  • Antes da intervenção, planeje um plano de tratamento para oferecer à pessoa. Decida de antemão se ela será levada para um centro de tratamento de drogas diretamente após a intervenção. A intervenção pode não ajudar se a pessoa não souber como obter ajuda e não tiver o apoio dos entes queridos.
  • Você provavelmente vai ter que enganá-la a ir até o local onde o ato acontecerá.
  • Esteja preparado para oferecer consequências específicas se ela rejeitar a busca pelo tratamento. Essas consequências não deve ser ameaças, por isso os entes queridos da pessoa devem considerar as consequências a ser impostas e estarem dispostos a colocá-las em prática.
  • Uma intervenção também pode incluir colegas da pessoa e representantes religiosos (se for o caso).
  • Os participantes devem preparar exemplos específicos de como seus relacionamentos com a pessoa dependente química são afetados. Muitas vezes, pessoas que participam do evento escrevem cartas para ler na hora. Um dependente químico pode não se preocupar com seus próprios comportamentos autodestrutivos, mas ver as dores que suas ações causam em outras pessoas pode ser uma grande motivação para procurar ajuda.

13) Sugira um programa de reabilitação de drogas. Entre em contato com algumas clínicas de reabilitação e saiba mais sobre seus serviços. Não hesite em fazer perguntas específicas sobre as programações diárias e como eles lidam com recaídas. Se uma intervenção não for necessária, ajude a pessoa a pesquisar sobre a dependência química e sobre os planos de tratamento recomendados. Seja solidário e permita que ela se sinta no controle da reabilitação iminente.

  • Visite os programas sugeridos e tenha em mente que, quanto mais receptiva a pessoa for em relação ao plano de tratamento, melhores serão as chances de ela superar o vício.

14) Quando por permitido, visite o ente querido. Se ele for admitido em um programa de tratamento local, existirão regras para visitas que deverão ser esclarecidas. Entenda que você precisa permitir que a pessoa participe por conta própria, sem influência de pessoas de fora. A equipe de reabilitação vai informá-lo sobre como funcionam as visitas e estas serão vistas com bons olhos.

15) Aceite que a pessoa volte à sua vida. Uma pessoa que precisa superar uma dependência química vai precisar de estrutura em sua vida. Você pode ser uma grande parte desse processo. Uma atitude receptiva pode ser exatamente o que a pessoa precisa. As pessoas têm uma necessidade de sentir que elas pertencem ao local em que vivem, e você pode ajudar com isso.

  • Incentive e sugira as possíveis liberdades de um novo estilo de vida mais saudável. Convide a pessoa a ir com você em novas aventuras. Fique atento para não fazer coisas que possam aumentar o desejo de usar drogas.
  • O objetivo é ajudar o indivíduo a não se sentir sozinho e mostrar que ele pode contar com você, e outras pessoas, sempre que necessário. Ele vai estar nervoso, com medos e incertezas em relação à sua capacidade em continuar sóbria.

16) Pergunte ao dependente sobre o progresso. Deixe claro que você está realmente preocupado e quer que ele seja bem-sucedido. É importante que ele participe de reuniões de grupos de terapia ou de apoio. Esses grupos podem ser um requisito dos programas de reabilitação.

  • Ajude a pessoa a prestar contas ao seu programa. Pergunte a ela se há algo que você possa fazer para ajudá-la a manter o comprometimento e frequentar as reuniões. Não deixe que ela disperse.
  • Ofereça participar de reuniões com ela se vocês dois estiverem confortáveis com essa ideia.
  • Sempre comemore as conquistas. Se uma pessoa ficar sóbria por um dia ou mil dias, cada um deles merece uma comemoração.

17) Seja criativo se a pessoa precisar de sua ajuda no futuro. A dependência química é uma doença crônica, portanto ela pode ser gerenciada, mas não curada. As recaídas provavelmente vão acontecer e todos os envolvidos não devem considerá-la como um fracasso. No entanto, será necessário um tratamento após cada recaída.

  • Depois de passar pelo processo de ajudar um dependente químico, você terá as informações necessárias e o conhecimento de como ajudá-lo futuramente. Se for preciso, pesquise e procure por psicólogos e psiquiatras locais e entre em contato com eles.
  • Esteja sempre presente para a pessoa (mande mensagens, ligue para ela ou faça uma visita, convide-a para fazer atividades divertidas, pratique esportes, saia de casa e apoie os passatempos e interesses dela). Ajude-a a vencer a tentação de usar drogas caso uma situação particularmente difícil ocorra.

18) Seja positivo em suas interações com ela; mas seja direto, honesto e sério quando for preciso. O indivíduo precisa saber que haverá pessoas para apoiá-la no caminho de sua recuperação, e isso inclui você.

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Como saber se o seu filho está consumindo drogas?

Hoje em dia, as drogas são uma das maiores preocupações dos pais. Saber se seu filho está consumindo drogas é vital para buscar ajuda a tempo. Os números que são tratados anualmente são alarmantes. Embora tenha sido generalizado que é “normal” que nestes tempos o jovem “experimente” tudo e não seja um viciado. 

Os pais de jovens com algum tipo de vício dizem que reconhecer o problema cedo não é fácil, porque os sinais não são clarosA adolescência é um estágio de rebelião em que o jovem pode se comportar de maneira incomum e não estar usando drogas.

Os jovens entre os 11 e 21 anos de idade, muitas vezes têm uma percepção distorcida do risco. Isso explica por que eles tendem a assumir comportamentos dos quais, depois de um tempo, se arrependem.

Adolescência desenfreada e drogas

Adolescentes, por definição, são ousados ​​e rebeldes. Eles experimentam uma idade cheia de mudanças difíceis de enfrentar. Inicia o desenvolvimento do interesse sexual e a necessidade de pertencer e se identificar com seus pares. 

Esse período é caracterizado por experimentar e tentar permanecer na “mesma onda” de seus amigosA influência das amizades em cada jovem está intimamente relacionada ao ambiente em que se desenvolvem.

E caso não haja um canal saudável de comunicação familiar através do qual as pessoas falam abertamente sobre todos os tipos de questões, pode ser mais complicado agir a tempo e salvar o jovem deste terrível flagelo.

Drogas: um inimigo subestimado

Muitos adolescentes e pais veem o uso de drogas como uma prática simples que eles irão abandonar um dia mais tarde. Eles não assumem o risco de serem submersos nela por toda a vida, causando sérios problemas em sua vida pessoal e profissional, assim como em sua saúde em geral.

Os jovens não medem até que ponto a experimentação com drogas pode se tornar um problema sério. Os pais, por outro lado, se recusam a aceitar que seu filho não esteja isento desse tipo de experiência. Portanto, tendemos a não nos preparar, sem saber como agir se isso acontecer.

A primeira coisa que devemos fazer é determinar se as atitudes irreverentes de nosso filho são devidas às mudanças hormonais típicas de sua idade, ou não. É essencial ver um pouco além do estágio difícil em que estão e verificar se o comportamento estranho se deve ao uso de drogas.

Comportamentos a considerar

Aqueles jovens que estão usando drogas logicamente tentarão esconder isso. Portanto, é crucial que você preste atenção a qualquer alteração do comportamento, por mais insignificante que possa parecer para descobrir se seu filho está consumindo drogas, ou não.

1. Preste atenção aos cheiros

As drogas, tal como cigarrilhas ou cigarro, têm um cheiro forte que se impregnam nas pessoas que as consomem, assim como em suas roupas. A estratégia utilizada pelos consumidores para evitar serem descobertos é aplicar repetidamente perfume, mascar chiclete e lavar as mãos de maneira exagerada.

2. Olhe para os seus olhos

Os olhos são indicadores muito claros de vícios. Cada droga em particular tem efeitos diversos. Por exemplo, a cannabis causa vermelhidão nos olhos e olhos sonolentos. Por outro lado, a cocaína e o ecstasy produzem dilatação das pupilas, com as quais os olhos se tornam muito abertos e os olhos muito arredondados.

3. Apresenta irritabilidade em excesso

As alterações hormonais em mulheres e homens geralmente causam alterações de humor, mas as geradas por drogas são frequentemente exageradas em comparação com as alterações comuns da idade. Os jovens se mostram mais irritáveis ​​e agressivos, especialmente quando não consomem drogas, porque o corpo está pedindo a droga.

Eles se tornam solitários e tendem a se afastar especialmente dos pais, pois dessa forma podem consumir sem dar explicações.

4. Tiram medicamentos do seu armário de remédios

Quando eles começam a consumir drogas, eles geralmente experimentam várias drogas, por ser “apenas um teste”. O kit de primeiros socorros da família é geralmente uma fonte de drogas sem nenhum custo para eles. O diazepam ou os populares xaropes para a tosse são os mais recomendados por aqueles que já tentaram e tentam induzir os outros.

Se alguns medicamentos desaparecerem de sua casa, é hora de conversar com seu filho.

5. Ele se tornou irresponsável

Um dos efeitos mais devastadores do vício é um mau hábito de largar tudo e começar a se interessar apenas pelo entretenimento. O jovem consumidor deixa de lado seus estudos e tudo o que requer comprometimento. Baixo desempenho escolar e evitar ocupar-se de tarefas que antes gostavam é motivo de alerta e pode indicar que seu filho está consumindo drogas. 

Avaliação geral

As mudanças no comportamento de um filho que usa drogas é muito óbvio para os pais que os conhecem, que suspeitam disso na mesma hora. Dependendo sobre o tipo de drogas (estimulante ou relaxante) terá certas evidências.  

Se andar e falar muito rápido, pode estar consumindo anfetaminas. Outro sinal é que, se passa dois dias sem dormir, é muito provável que esteja ingerindo cocaína. Mas se pelo contrário, ele está muito cansado e lento, ele pode estar usando cannabis.

Devemos esclarecer que os pontos indicados nos parágrafos anteriores, por si só, não são indicadores decisivos de que o jovem é viciado. No entanto, quanto mais dessas mudanças comportamentais o jovem evidenciar, maior a probabilidade de ele estar usando drogas

O importante é estar alerta, estar muito atento aos nossos filhos, ter consciência do que eles fazem, para onde vão, quem são seus amigos, com quem se relacionam. A comunicação diária e eficaz é a base para ficar perto deles e prevenir situações como vícios.

Font: Psicologia do Brasil

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ALCOOLISMO – 7 maneiras infalíveis para combater o vício

O mecanismo que leva uma pessoa ao alcoolismo ainda não é suficiente claro para os médicos. Em algumas pessoas, o consumo de álcool não leva ao vício, enquanto que, em outras, depois de poucos contatos com bebidas alcoólicas, cria-se uma dependência, impedindo a pessoa de controlar sua própria vontade e fazendo com que precise da bebida quase todos os dias.

O tratamento do alcoolismo deve ser acompanhado por profissionais de saúde, que possam conduzir o dependente a reduzir e eliminar o consumo de bebidas de forma progressiva. Para que se comece o tratamento, contudo, é necessário que o dependente reconheça essa situação, conscientizando-se de que o alcoolismo se tornou uma doença que precisa ser curada.

Para controlar os impulsos de abandonar a bebida, o alcoólatra precisa de uma boa dose de vontade e determinação, pensando apenas em seu objetivo e não desistindo nunca. No caso de recaída, poderá ser levado a abandonar a tentativa de recuperação e a desistência pode tornar ainda mais difícil a retomada do tratamento.

Depois de dar o primeiro passo para se livrar do alcoolismo, o indivíduo deve conversar com familiares e amigos, sem preconceitos, assumindo sua dependência e a necessidade de se livrar do vício. Essa é uma situação que vai trazer apenas benefícios, já que os amigos e os familiares, normalmente, são as pessoas que mais se importam com o sucesso de um tratamento.

Para se livrar do alcoolismo, o dependente de álcool precisa do apoio de pessoas próximas, já que vai precisar de ajuda em muitos momentos e nada melhor do que a família para oferecer o apoio.

Evidentemente existem diversos níveis para o alcoolismo e uma pessoa não precisa chegar ao cúmulo para buscar um tratamento. Existem alguns níveis em que o tratamento pode ser mais doloroso, com sérias crises de abstinência, trazendo sérios problemas para o indivíduo que precisa se curar.

Contudo, diante dos avanços da medicina, com a implementação de comunidades para o tratamento, com acompanhamento psicológico adequado, o dependente de álcool pode se livrar mais facilmente do alcoolismo e recuperar os benefícios da sobriedade.

Manter-se longe do vício do álcool oferece mais saúde, menos possibilidades de doenças, redução dos problemas no fígado e uma vida social mais integrada, ou seja, o paciente devidamente tratado pode ocupar o seu lugar novamente na vida e na sociedade.

Para diferentes níveis de alcoolismo, existem diversas formas de tratamento. Neste artigo, vamos tratar das formas mais simples, quando a própria pessoa se conscientiza de sua necessidade de deixar o álcool:

1. Converse com um médico para deixar o alcoolismo

Ao querer deixar o alcoolismo, a pessoa deve ter em mente que a abstinência é um período bastante difícil para ser percorrido sozinho. Portanto, o ideal é procurar um médico e aconselhar-se para evitar sintomas como ataques de pânico, ansiedade grave, batimentos cardíacos irregulares ou tremores. Esses sintomas podem evoluir para casos de delirium tremens, que pode ser realmente grave se não for tratado.

Para escapar do alcoolismo é preciso ter consciência de que não é um processo individual. O alcoólatra está carregando um grande peso e deve ter noção de que as pessoas mais próximas querem ajuda-lo. De forma geral, no entanto, torna-se mais fácil com a ajuda de um médico.

Para tratar o alcoolismo, normalmente os médicos indicam alguns medicamentos, aplicados para reduzir a ansiedade e controlar o pânico. São medicamentos seguros e não apresentam reações graves, mesmo em caso de overdose.

2. Mudança de atitude com relação ao alcoolismo

O dependente de álcool deve também mudar sua atitude com relação ao alcoolismo, lembrando que não está sendo forçado a desistir de algo que possa lhe fazer bem. Pelo contrário, deve pensar que está se livrando de um potencial inimigo. Esse ângulo de visão poderá tornar mais fácil abandonar o vício, uma vez que, certamente, ele irá sentir necessidade ainda por muito tempo.

3. Defina uma data para abandonar o alcoolismo

O dependente alcoólico deve escolher uma data definitiva para deixar o alcoolismo. Se estiver num estágio mais avançado, deve começar a beber menos, reduzindo aos poucos, para não ter maiores problemas com os sintomas de abstinência. Caso tenha alguma dúvida sobre isso, deve conversar com um médico, que poderá ajudar no planejamento para deixar de beber definitivamente.

4. Elimine todas as bebidas de sua residência

Para abandonar de vez o alcoolismo, o dependente deve se livrar de toda e qualquer bebida alcoólica em sua própria casa, sem se preocupar que seja necessário oferecer uma cerveja ou um vinho aos convidados. Se está querendo abandonar o álcool, pode oferecer aos amigos refrigerantes ou outras bebidas não alcoólicas, mesmo tendo de se colocar como um dependente em recuperação.

5. Prestando atenção às próprias emoções

O abandono do alcoolismo não é nada fácil. É um processo bastante complicado. O dependente deve prestar atenção em todas as suas emoções e, se for necessário, dar vazão a elas, sem qualquer medo ou receio, ou seja, se sentir vontade de chorar, deve chorar.

6. Evitar locais de consumo de bebidas

Enquanto não sentir a confiança necessária para deixar de vez o alcoolismo, o dependente em tratamento deve evitar situações que lhe deixem com vontade de beber. Não frequentar os bares que costumava frequentar, deixar de lado pessoas com quem costumava beber e não frequentar ambientes que sejam mais tentadores é a melhor coisa a fazer.

Além disso, é bom evitar qualquer coisa se não se sentir preparado para não beber. Por exemplo, se costuma viajar em férias para locais onde costumava beber, evite a viagem. Se um jantar significa receber convite para um drinque, não vá ao jantar. Proteger a própria sobriedade é o mais importante durante a recuperação

7. Não é necessário explicar a decisão aos outros

A decisão de abandonar o alcoolismo é do próprio dependente e não interessa a pessoas alheias. Assim, não é preciso explicar sempre sua decisão. É preciso entender que a maior parte das pessoas não é alcoólatra, bebendo por puro prazer e na quantidade adequada.

Para um dependente, contudo, a situação é diferente: o alcoolismo é uma doença que precisa ser tratada e levada a sério. O alcoolismo não é como a maconha medicinal, que pode ser usada para tratar doenças, é uma doença que não tem cura.

Clique aqui para saber como funciona o tratamento para alcoolismo.

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A recaída faz parte do processo de restauração do dependente

A recaída faz parte do processo de restauração do dependente.

A recaída faz parte do processo de recuperação de um dependente químico. Essa constatação me faz lembrar a história do filho pródigo. Na Bíblia essa história é uma das que mais me fascinam. Fico a imaginar aquele pai generoso e vigilante, com o olhar fixo na estrada, num misto de ansiedade e esperança para reencontrar o filho perdido.

De longe o pai vê o filho e corre para abraçá-lo. No seu dedo coloca um anel que significa o seguinte: esse garoto tem dono, ele é meu, é responsabilidade minha, intransferível, ele é meu e nada me fará desistir dele! Estou disposto a quebrar qualquer agenda para deixá-lo de pé novamente.

Isso se passa na Bíblia porque na prática não são muitos os pais que estão dispostos a investir e a resistir na busca pela cura dos seus filhos. Há pais que tratam com diferença visível, mas de forma velada, os filhos menos inteligentes e sem dotes físicos, e o infeliz que enveredou pelo caminho da drogadição que é duramente discriminando. Fato como esses até parece invenção, tipo brincadeira grosseira, mas existe aos montes e geralmente essa garotada fica anos a fio frequentando consultório psiquiátrico, quando a cura de todos os seus males seria o peito, o afeto, a atenção e a disponibilidade do pai para ouvi-lo.

A recaída faz parte do processo de restauração do dependente e dificilmente deixará de acontecer, principalmente quando a dependência é pelo crack. As recaídas acontecerão quantas vezes forem necessárias para ser aprendida. Sem esse recurso usado pela psicologia a recaída deixa de ser terapêutica.

A maior dificuldade da recaída do dependente não está nele próprio, e sim, na resposta sempre violenta e inadequada por parte dos pais, familiares e até de amigos, que pensam em juntar cacos humanos com críticas, pressão e, em alguns casos, até com ameaças, ao invés de reforçar a resistência que se exauriu e a impotência que tomou conta do combalido recuperando.

A minha postura nesse caso é nunca desistir até que a restauração aconteça. Um adicto precisa de um tempo para se adaptar à presença de pessoas estranhas ao seu mundo. São várias as mudanças a serem enfrentadas no processo de recuperação: o espaço físico onde está sendo realizado o tratamento; os novos comportamentos que deverá adotar nesse novo espaço, como a aceitação e incorporação da imprescindível disciplina. Por isso, é comum que ele se sinta invadido, confuso e passível a oscilar entre permanecer no tratamento ou dar uma pausa. Este tipo de incidente de percurso é como uma tragédia anunciada e pode ocorrer apesar de todo apoio recebido, mas o recuperando sempre retornara se tiver sido cativado e essa é a importância do amor despendida pela família, pelos amigos e pelos profissionais que o acompanham.

Diante dessa realidade e pela experiência que tenho em recuperação de dependentes e daqueles já envolvidos com a criminalidade, a melhor opção para cativá-los é se disponibilizar e fazê-lo sentir que ele poderá retornar e que será bem-vindo para finalizar seu programa de restauração a qualquer momento. Não há como restaurar um dependente químico com prazo determinado ignorando as diversidades dos efeitos colaterais provocados pelas drogas que ele usa não apenas no seu físico e na sua mente, mas é necessário considerar a mistura de sentimentos que ele precisa enfrentar e que são únicos e próprios de cada pessoa.

Quase todos os monitores que faziam parte da minha equipe multidisciplinar eram ex-dependentes, por essa razão têm outra leitura sobre esse incidente de percurso. Compromissados com a restauração, em virtude da experiência que viveram, precisamente nesse momento esse tipo de profissional também se torna a pessoa que tem mais autoridade junto ao recuperando para persuadi-lo a dar continuidade ao tratamento.

Com muita habilidade, uma equipe compromissada, tem condições não apenas de reverter a crise que levou o dependente à recaída, mas minimizar o sofrimento moral e psicoemocional causado por ela, além de usar toda a dor do retrocesso para aprender e reforçar os sentimentos e o pensamento em favor da vida.

O crack por si só já é excludente, pois transforma a pessoa mais dócil em alguém extremamente arredio e sem autocontrole. Esses fatos somados à compulsão pela “pedra” que é aterrorizante e intermitente fazem com que o dependente do crack seja mais propenso a recaídas que os usuários de outras drogas. Contudo, isso não quer dizer que os demais tipos de dependência não envolvam recaídas. Os operadores do mundo da drogadição sabem que a recaída faz parte do percurso de restauração de qualquer dependente de substâncias psicoativas e precisa ser administrada de forma a nunca humilhá-lo, sem deixar que o paciente pense que o problema é com ele, que ele é fraco, e ao invés disso fazê-lo rever o percurso que ele fez até a recaída, o que o ajudara a descobrir onde houve a falha e como reforçá-la para evitar novas recaídas.

Nunca desistir é a recomendação aos pais. Na luta do dia a dia e utilizando as técnicas de motivação com persistência, o recuperando sentirá que não está sozinho e assim ele não perderá a esperança, pois sentirá que todos ao seu lado confiam que ele poderá reverter esse quadro. De fato, o recuperando precisa se sentir amparado e nunca censurado.

Pais combatentes e equipe vocacionada nunca desistirão e serão gratificadas com a melhor láurea: ver seu querido, seu paciente pronto para lutar o novo round da vida. A recuperação de fato acontece: é difícil, mas é possível, para aqueles que decidem pagar o preço.

Somente diante de tantas nuances e de tantos detalhes que envolvem o tratamento de um dependente químico, e aos quais muitas vezes não estamos atentos, principalmente quando não conhecemos de perto esse processo de recuperação e resgate de vidas, é que podemos avaliar os programas de recuperação de dependentes desenvolvidos pelo poder público, a exemplo do Cartão Recomeço, lançado pelo Governo de São Paulo em maio deste ano. Levando em consideração o fato de que a reação e os sentimentos variam de acordo com cada dependente químico (já que esses sentimentos são originados pelo tipo e pelo tempo de uso de determinada droga) como criar um programa com perfil de público e tempo de atendimento pré-definidos?

Para quem conhece de perto o duro caminho percorrido para se alcançar a recuperação sabe que tais exigências são incompatíveis com a realidade e que muito dificilmente o programa conseguirá resultados exitosos. Sem falar em outras limitações que também podem ser alvo de críticas no programa Cartão Recomeço por tornarem a iniciativa passível de fracassar.

O que mais intriga no programa Cartão Recomeço é que ele não deixa nítida a continuidade no tratamento, que corresponde as diversas fases importantes para que o dependente se autodiscipline e alcance o controle sobre suas emoções, sentimentos e pensamentos, incluindo a forma como o dependente lidará com suas recaídas e o que aprenderá com cada uma delas, afinal, com certeza cair e se reerguer faz parte do processo que o conduzirá à liberdade e a uma vida mais digna.

Veja também como funciona o nosso tratamento para dependentes químicos em álcool e outros tipos de drogas.

Font: https://conceicaocinti.jusbrasil.com.br/artigos/121943387/a-recaida-faz-parte-do-processo-de-restauracao-do-dependente

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Cinco passos para evitar que seu filho caia nas drogas

Cinco passos para evitar que seu filho caia nas drogas

Cinco passos para evitar que seu filho caia nas drogas. A dependência das drogas é uma situação que pode e deve ser prevenida pela família. Neste, como em muitos outros campos da educação, se deve trabalhar de maneira preventiva, desde a primeira infância, e não apenas quando o problema já tiver se tornado de difícil solução. Naturalmente, cada faixa etária apresenta um nível de complexidade distinto. O importante é que, ao chegar à adolescência, se tenha realizado todo um trabalho que permita ao adolescente resistir às situações de risco que podem surgir.

Sugerimos algumas ações que os pais podem tomar desde cedo para manter os filhos longe do consumo de drogas.

 

Conhecer os filhos

Cada filho é diferente, portanto, os pais devem conhecer suas particularidades para poder estabelecer de modo eficaz o caminho específico na formação de cada um, mesmo levando em conta que é preciso manter as regras e condições gerais que regem toda a família.

Trabalhar a autoestima

Conhecendo bem os filhos, os pais devem potencializar seus pontos fortes e trabalhar com eles a superação das dificuldades, principalmente emocionais. A sadia autoestima forma uma espécie de blindagem diante dos ataques e rótulos que os filhos venham a enfrentar e os ajuda a defender as próprias convicções. A autoestima também tem papel fundamental na aceitação do jovem pelo grupo, tão importante na adolescência.

Reforçar a vontade e o autocontrole

Nem todos temos predisposição para a dependência química, mas é importante ter claro que isso pode ocorrer na sua família. Nessa hipótese, o exercício da vontade e do autocontrole adquirem peso importantíssimo. A vontade gera a força interior necessária para lutar contra uma situação inconveniente. Já o autocontrole regula os impulsos e nos permite evitar correr  riscos desnecessários.

Comunicação e confiança

É um binômio inseparável para a relação entre pais e filhos. Uma coisa leva à outra. Uma relação que se constrói com confiança abre as portas para o diálogo. Por sua vez, a comunicação está vinculada à escuta a ativa por parte dos pais, atitude que faz com que os filhos se sintam valorizados e saibam que a família é um ótimo ambiente para resolver suas dúvidas sobre drogas ou qualquer outro tema.

Dar o alerta

Com o caminho do diálogo aberto, os pais podem exercer com maior facilidade o dever de explicar aos filhos os danos físicos, emocionais e psíquicos causados pelo consumo de drogas. É importante que os pais vejam as informações transmitidas pela escola, internet e outros meios apenas como complementos e assumam para si a responsabilidade principal de fazer o alerta.

 

Com informações do site LaFamilia.info.

Conheça também algumas de nossas unidades especializadas no tratamento para dependente químico.